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Ericeira

População:  6 597 habitantes
Área:  12,19 km²
Densidade populacional:  541,2 hab/km²
Actividades económicas:
Padroeiro:  São Pedro
Festas e Romarias: Festa de S. Sebastião (Domingo mais próximo de dia 20 de Janeiro), Festa de S. Vicente (22 de Janeiro), Procissão do Sr. Morto (Sexta-feita Santa), Festa de S. Pedro (Padroeiro), (28 de Junho), Feira de Santiago ou dos Alhos (25 de Julho), (actualmente só se realiza a feira dos alhos, a de Santiago foi extinta pela Junta de Freguesia), Festa da N. Sra. da Boa Viagem (3º Domingo de Agosto), Festa do Sagrado Coração De Jesus (Agosto), Festa da N. Sra. da Conceição (8 de Dezembro), Festa da N. Sra. da Nazaré (realiza-se de 17 em 17 anos, a próxima será em 2016.
Feiras:
Património cultural e edificado: Edifício na Praça da República, edifício onde funcionou o Café Arcadas, e onde, actualmente, funciona a Junta de Turismo da Ericeira, Zona envolvente do Forte de Milreu ou Forte de São Pedro, Forte de Nossa Senhora da Natividade, Igreja Paroquial de São Pedro da Ericeira,Pelourinho da Ericeira, Capela de São Sebastião (Ericeira), Capela de Nossa Senhora das Necessidades e Santa Marta, Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem e Santo António, Capela de Nossa Senhora do Rosário da Misericórdia.
Colectividades: 
Gastronomia:

Vila muito antiga, presumivelmente local de passagem e instalação dos Fenícios.

Reza a lenda que o nome Ericeira significa, na origem, "terra de ouriços", devido aos numerosos ouriços do mar que abundavam nas suas praias. No entanto, investigações mais recentes apontam o ouriço caixeiro e não o do mar como inspirador do nome. Com a descoberta de um exemplar do antigo brasão da Vila, hoje no Arquivo-Museu da Misericórdia, confirmou-se que o animal ali desenhado é, de facto, um ouriço caixeiro, espécie que evoca a deusa fenícia Astarte, dando razão à tese anteriormente avançada por Manuel Gandra, e segundo a qual a origem do povo da Ericeira remonta aos fenícios.

A história da Ericeira remonta, assim, a cerca de 1000 a.C.. O seu primeiro foral data de 1229, concedido pelo então Grão-Mestre da Ordem de Aviz, Dom Frei Fernão Rodrigues Monteiro, que assim instituiu o Concelho da Ericeira.

É na carta de foral que surgem as primeiras referências aosEstação de caminhos-de-ferro Runa pescadores da Ericeira, estando bem presente o cuidado do legislador em acautelar os direitos e deveres dos que se encontravam sujeitos às tutelas dos donatários:"(...) Quanto aos pescadores, dêem a vigésima parte do pescado que matarem no mar. De doze peixes, levem um para conduto antes de darem a vigésima parte, e se matarem congro, comam-no. Do pescado que encontrarem morto, não paguem foro. De baleia, dêem a vigésima parte. De toninhas e delfins sem impedimento, em ocasiões de fome (...)".

No século XIII, a baleia, toninha e delfim eram as espécies mais pescadas, tendo dado lugar, já no século XVI, à raia, ao rodo valho e à pescada. Em 1547, D. João III concede aos pescadores ericeirences a permissão de venderem o peixe "a olho" e não "a peso", costume que ainda há 30 anos se mantinha.

Novas cartas de foro concedidas por D. Afonso IV, em 1369, e por D. Manuel I em 1513, vieram nobilitar a vila concelhia, doada pelo mesmo D. Manuel ao infante D. Luís e por este ao seu filho natural D. António, prior do Crato, forte opositor à tomada do poder real por Filipe II de Espanha. Em 1589, no Forte de Milreu, D. António fez uma gorada tentativa de desembarque de tropas com o objectivo de conquistar o poder.

Em 1855, na sequência de uma reordenação administrativa do território, a Ericeira deixou de ser concelho para ficar na dependência de Mafra, sede concelhia até aos dias de hoje.

A Ericeira conheceu no século XIX, a sua época áurea, enorme incremento, porquanto foi o porto mais concorrido da Estremadura, com alfândega, por onde se fazia o abastecimento de quase toda a província. A antiga importância comercial tem hoje correspondente no notável movimento turístico, resultante da situação e do clima privilegiado de que goza. O embarque para o exílio da família real portuguesa, episódio que assinala o termo do regime monárquico nacional, fará sempre do porto da Ericeira um dos locais mais dramáticos da geografia do concelho de Mafra.



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