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Gradil

População:  901 habitantes
Área:  7,44 km²
Densidade populacional:  121,1 hab/km²
Actividades económicas:Agricultura, matadouro e indústria de plásticos
Padroeiro:  São Silvestre
Festas e Romarias: Nossa Senhora da Nazaré (17 em 17 anos) e Nossa Senhora da Conceição (8 de Dezembro)
Feiras: S. Silvestre (anual)
Património cultural e edificado: Igreja matriz, capelas de Santa Ana, do Picão e de Santo António, cruzeiro, fontanário, quinta dos Cabeços, quintas da Boa-Viagem e do Desembargador e edifício da casa-mãe.
Colectividades:  Desportivo União Gradilense, Centro Social Quinta do Desembargador e Associação Recreativa e Cultural da Carapiteira.
Gastronomia: Feijoada de coelho bravo.

Um dos primeiros documentos escritos relativos a Gradil data do século XIV. Assinado por D. Dinis, é a doação de um vasto território, em 1320, ao tesoureiro da coroa, Pedro Salgado. Nesse espaço estava incluída a herdade de Gradil, conforme é referido explicitamente no texto real: “o Regaengo de Torres Vedras da Eixara que he chamado Gradil”.

Em termos eclesiásticos, Gradil era um curato da apresentação do Colégio de Santo Antão de Lisboa, e depois da apresentação da Universidade, no termo da vila de Torres Vedras. A nível administrativo, foi do concelho da Azueira até 24 de Outubro de 1855, e pela sua extinção transitou para o de Mafra. Foi vila, com foral dado por D. Manuel I em 1 de Outubro de 1519. O seu concelho, no entanto, durou apenas entre 1762 e 1853, data em que foi extinto juntamente com mais quatrocentos concelhos.

A igreja matriz é o mais importante monumento desta freguesia. Consagrada a S. Silvestre, é de uma só nave. As suas paredes são decoradas com azulejos seiscentistas do tipo tapete e têm adossados dois púlpitos de pedra rosada. A pia baptismal é do século XVI, bem como a pia de água benta. Tem uma imagem do Menino Jesus, num dos altares, em redor da qual existe uma curiosa lenda sobre a sua destruição durante o terramoto de 1755 e a posterior reconstrução.

A Capela de Santa Ana, em propriedade privada, está aberta apenas em ocasiões especiais. Foi fundada em 1630. Tem no altar--mor a imagem de Santa Ana, e ladeando o trono as imagens de S. Joaquim e de Santa Rosa. Aqui está sepultado Francisco Roiz Salgado, o fundador da capela. O interior do templo está revestido de azulejos do século XVII alusivos à vida de Santa Ana.

Do património civil, uma referência para as quintas senhoriais existentes em Gradil. A de Santa Ana, com a capela já referida, é de grande extensão e valor agrícola. Viveu nesta casa o actor Eduardo Barão e sua esposa, a actriz Rosa Damasceno. Foram ambos proprietários de um pequeno teatro particular na freguesia, entretanto desaparecido.

A nível económico, Gradil tem como principais actividades a agricultura, o matadouro de suínos e a indústria de plásticos.

 


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